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" Daqui a cem anos, não importará o tipo de carro que dirigi, o tipo de casa em que morei, quanto tinha depsitado no banco, nem que roupas vesti. Mas o mundo pode ser um pouco melhor porque eu fui importante na vida de uma criança. "

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2 de mai. de 2010

Hiperatividade - Como lidar com isso?


Em 1992, os psicólogos Edward M. Hallowell e John Ratey apresentaram um documento com 50 dicas de como lidar com aluno que sofre de transtorno de hiperatividade.

O texto é de grande valia e merece ser lido na íntegra por médicos, coordenadores, educadores e os pais que tem um filho nessa situação.

Os professores sabem o que muitos profissionais não sabem: não existe apenas uma única síndrome de Hiperatividade, mas muitas; que a hiperatividade raramente ocorre de uma forma "pura" mas, ao contrário, normalmente apresenta-se ligada a muitos outros problemas como dificuldade de aprendizado ou mau humor; que HIPERATIVIDADE muda conforme o clima, é inconstante e imprevisível; e que o tratamento para HIPERATIVIDADE, a respeito de ser claramente esclarecido em vários livros, representa uma dura missão de trabalho e devoção. Não há uma solução fácil para administrar HIPERATIVIDADE na sala de aula ou em casa. Depois de tudo feito, a eficácia de qualquer tratamento deste problema na escola depende do conhecimento e da persistência da escola e do professor. Aqui apresentamos algumas dicas para o trato de crianças com HIPERATIVIDADE na escola. As sugestões a seguir visam o professor na sala de aula para crianças de qualquer idade. Algumas sugestões vão ser evidentemente mais adequadas às crianças menores, outras às mais velhas mas, em termos de estrutura, educação e encorajamento, são pertinentes a qualquer um.


01- Antes de tudo, tenha certeza de que o que você está lidando é HIPERATIVIDADE. Definitivamente não é tarefa dos professores diagnosticar a HIPERATIVIDADE, mas você pode e deve questionar. Especificamente tenha certeza de alguém tenha testado a audição e a visão da criança recentemente e tenha certeza de que uma avaliação adequada foi feita. Continue questionando até que se sinta convencido. A responsabilidade disso tudo é dos pais e não dos professores, mas o professor pode contribuir para o processo.

02- Segundo, prepara-se para suportar. Ser uma professora na sala de aula onde há duas ou três crianças com HIPERATIVIDADE pode ser extremamente cansativo. Tenha certeza de que você pode tem o apoio da escola e dos pais. Tenha certeza de que há uma pessoa com conhecimento à qual você possa consultar quando tiver um problema ( pedagoga, psicólogo infantil, assistente social, psicólogo da escola ou pediatra ), mas a formação da pessoa não é realmente importante. O que importa é que ele ou ela conheça muito sobre HIPERATIVIDADE, conheça os recursos de uma sala de aula e possa falar com clareza. Tenha certeza de que os pais estão trabalhando com você. Tenha certeza de que os colegas podem ajudar você.

03- Conheça seus limites. Não tenha medo de pedir ajuda. Você, como professor, não pode querer ser uma especialista em HIPERATIVIDADE. Você deve sentir-se confortável em pedir ajuda quando achar necessário.

04- PERGUNTE À CRIANÇA O QUE PODE AJUDAR. Estas crianças são sempre muito intuitivas. Elas sabem dizer a forma mais fácil de aprender, se você perguntar. Elas ficam normalmente temerosas em oferecer informação voluntariamente porque isto pode ser algo muito ousado ou extravagante. Mas tente sentar sozinho com a criança e perguntar a ela como ela pode aprender melhor. O melhor especialista para dizer como a criança aprende é a própria criança. É assustadora a frequência com que suas opiniões são ignoradas ou não são solicitadas. Além do mais, especialmente com crianças mais velhas, tenha certeza de que ela entende o que é HIPERATIVIDADE. Isto vai ajudar muito a vocês dois.

05- Lembre-se de que as crianças com HIPERATIVIDADE necessitam de estruturação. Elas precisam estruturar o ambiente externo, já que não podem se estruturar internamente por isso mesmos. Faça estas crianças com HIPERATIVIDADE se beneficiam enormemente quando têm uma tabela ou lista para consultar quando se perdem no que estão fazendo. Elas necessitam de algo para fazê-las lembrar das coisas. Eles necessitam de diretrizes. Elas precisam de limites. Elas precisam de organização.

06- LEMBRE-SE DA PARTE EMOCIONAL DO APRENDIZADO. Estas crianças necessitam de um apoio especial para encontrar prazer na sala de aula. Domínio ao invés de falhas e frustrações. Excitação ao invés de tédio e medo. É essencial prestar atenção as emoções envolvidas no processo de aprendizagem.

07- Estabeleça regras. Tenha-as por escrito e fáceis de serem lidas. As crianças se sentirão seguras sabendo o que é esperado delas.

08- Repita as diretrizes. Escreva as diretrizes. Fale das diretrizes. Pessoas com HIPERATIVIDADE necessitam ouvir as coisas mais de uma vez.

09- Olhe sempre nos olhos. Você pode "trazer de volta" uma criança com HIPERATIVIDADE através dos olhos nos lhos. Faça isto sempre. Um olhar pode tirar uma criança do seu devaneio ou dar-lhe liberdade para fazer uma pergunta ou apenas dar-lhe segurança silenciosamente.

10- Na sala de aula coloque a criança sentada próxima à sua mesa ou próxima de onde você fica a maior parte do tempo. Isto ajuda a evitar a distração que prejudica tanto estas crianças.

11- Estabeleça limites, fronteiras. Isto deve ser devagar e com calma, não de modo primitiva. Faça isto consistentemente, previamente, imediatamente e honestamente. Não seja complicado, falando sem parar. Estas discussões longas são apenas diversão.
Seja firme.

12- Preveja o máximo que puder. Coloque o plano no quadro ou na mesa da criança. Fale dele frequentemente. Se você for alterá-lo, como fazem os melhores professores, faça muitos avisos e prepare a criança. Alterações e mudanças sem aviso prévio são muito difíceis para estas crianças. Elas perdem a noção das coisas. Tenha um cuidado especial e prepare as mudanças com a maior antecedência possível. Avise o que vai acontecer e repita os avisos a medida que a hora for se aproximando.

13- Tente ajudar às crianças a fazerem a própria programação para depois da aula, esforçando-se para evitar um dos maiores problemas da HIPERATIVIDADE: a procrastinação.

14- Elimine ou reduza a frequ~encia dos testes de tempo. Não há grande valor educacional nos testes de tempo e eles definitivamente não possibilitam as crianças HIPERATIVIDADE mostrarem o que sabem.

15- Propicie uma espécie de válvula de escape como, por exemplo, sair da sala de aula por alguns instantes. Se isto puder ser feito dentro das regras da escola, poderá permitir à criança deixar a sala de aula ao invés de se desligar dela e, fazendo isto, começa a aprender importantes meios de auto-observação automaticamente.

16- Procure a qualidade ao invés de quantidade dos deveres de casa. Crianças HIPERATIVIDADE frequentemente necessitam de uma carga reduzida. Enquanto estão aprendendo os conceitos, elas devem ser livres. Elas vão utilizar o mesmo tempo de estudo e não vao produzir nem mais nem menos do que elas podem.

17- Monitore o progresso frequentemente. Crianças HIPERATIVIDADE se beneficiam enormemente com frequente retorno do seu resultado. Isto ajuda a mantê-los na linha, possibilita a eles, saber o que é esperado e se eles estão atingindo as suas metas, e pode ser muito encorajador.

18- Divida as grandes tarefas em tarefas menores. Esta é uma das mais importantes técnicas de ensino das crianças HIPERATIVIDADE. Grandes tarefas abafam rapidamente as crianças e elas recuam a uma resposta emocional do tipo eu nunca vou ser capaz de faer isto. Através da divisão de tarefas em tarefas mais simples, cada parte pequena é o suficiente para ser facilmente trabalhada, a criança foge da sensação de abafado. Em geral estas crianças podem fazer muito mais do que elas pensam. Pela divisão de tarefas o professor pode permitir à criança que demonstre a si mesma a sua capacidade. Com as crianças menores isto pode ajudar muito a evitar acessos de fúria pela frustração antecipada. E com os mais velhos pode ajudar as atitudes provocadoras que elas têm frequentemente. E isto vai ajudar de muitas utras maneiras também. Você deve fazer isto durante todo o tempo.

19- Permita-se brincar, divertir. Seja extravagante, não seja normal. Faça do seu dia uma novidade . Crianças HIPERATIVIDADE adoram novidades. elas respondem às novidades com entusiasmo. Isto ajuda a manter a atenção - tanto a delas quanto a sua. Estas crianças são cheias de vida, elas adoram brincar. E acima de tudo, elas detestam ser molestadas. Muitos dos tratamentos para elas envolvem coisas chatas como estruturas, programas, listas e regras. Você deve mostrar a elas que estas coisas não estão necessariamente ligadas às pessoas, professores ou aulas chatas. Se você, às vezes, se fizer de bobo poderá ajudar muito.

20- Novamente, cuidado com a superestimulação. Como um barro de vaso no forno, a criança pode ser queimada. Você tem que estar preparado para reduzir o calor. A melhor maneira de lidar com os  caos na sala de aula é, em primeiro lugar, a prevenção.

21- Esforce-se e não se dê satisfeito, tanto quanto puder. Estas crianças convivem co o fracasso, e precisam de tudo de positivo que você puder oferecer. O fracasso não pode ser superenfatizado. Estas crianças precisam e se beneficiam com os elogios. Elas adoram o encorajamento. Elas absorvem e crescem com isto. E sem isto elas retrocedem e murcham. Frequentemente o mais devastador aspecto da HIPERATIVIDADE não é HIPERATIVIDADE propriamente dita e sim o prejuízo à auto-estima. Então alimente estas crianças com encorajamento e elogios.

22- A memória é frequqntemente um problema para eles. Ensine a eles pequenas coisas como neumônicos, cartão de lembretes, etc... Eles normalmente t~em problemas comm o que Mel Levine chama de Memória do Trabalho Ativa, o espaço disponível no quadro da sua mente, por assim dizer. Qualquer coisa que você inventar - rimas, códigos,dicas - pode ajudar muito na aumentar a memória.

23- Use resumos. Ensine resumindo. Ensine sem profundidade. Estas técnicas não são fáceis para crianças HIPERATIVIDADE, mas uma vez aprendidas, podem ajudar muito as crianças a estrturar e modar o que está sendo ensinado, do jeito que é ensinado. Isto vai ajudar a dar à criança o sentimento de domínio durante o processo de aprendizagem, que é o que elas precisam, e não a pobre sensação de futilidade que muitas vezes definem a emoção do processo de aprendizagem destas crianças.

24- Avise sobre o que vai falar antes de falar. Então fale sobre o que já falou. Já quemuitas crianças com HIPERATIVIDADE aprendem melhor visualmente do que pela voz, se você puder escrever o que será falado e como será falado, isto poderá ser de muita ajuda. Este tipo de estruturação põe as idéias no lugar.

25- Simplifique as instruções. Simplifique as opções. Simplifique a programação. O palavreado mais simples será mais facilmente compreendido. E use uma linguagem colorida. Assim como as cores, a linguagem colorida prende atenção.

26- Acostuma-se a dar retorno, o que vai ajudar a criança a se tornar auto-observadora. Crianças com HIPERATIVIDADE tendem a não ser auto-observadora. Elas normalmente não têm idéia de como vão ou como têm se comportado. Tente informá-las de od construtivo. Faça perguntas como: você sabe o que fez? Ou como você acha que poderia ter dito isto de maneira diferente?  Ou você acha que aquela menina ficou triste quando voc~e disse o que disse? Faça perguntas que promovam a auto-observação.

27- Monte as expectativas explicitamente.

28- Um sistema de pontos é uma possibilidade de mudar parte do comportamento ( sistema de recompensa para as crianças menores ). Crianças com HIPERATIVIDADE respondem muito bem às recompensas e incentivos. Muitas delas são pequenos empreendedores.

29- Se a criança parece ter problemas com as dicas sociais - linguagem do corpo, tom de voz, etc - tente discretamente oferecer sinais específicos e explícitos, como uma espécie de treinamento social. Por exemplo, diga antes de contar a sua história, procure ouvir primeiro a de outros ou olhe para a pessoa enquanto ela está falando. Muitas crianças com HIPERATIVIDADE são vistas como indiferentes ou egoc~entricas, quando de fato elas apenas não aprenderam a interagir. Esta habilidade não vem naturalmente em todas as crianças, mas pode ser ensinada ou treinada.

30- Aplique testes de habilidades.

31- Faça a criança se sentir envolvida nas coisas. Isto vai motivá-la, e a motivação ajuda a HIPERATIVIDADE.

32- Separe pares ou trios ou até mesmo grupos inteiros de crianças que não se dão bem juntas. Você deverá fazer muitos arranjos.

33- Fique atento à integração. Estas crianças precisam se sentir enturmadas, integradas. Tão logo se sintam enturmadas, se sentirão motivadas e ficarão mais sintonizadas.

34- Sempre que possível, devolva as responsabilidades à criança.

35- Experimente um caderno escola-casa-escola. Isto pode contribuir realmente para a comunicação pais-professores e evitar reuniões de crises. Isto ajuda ainda o frequente retorno de informação que a criança precisa.

36- Tente utilizar relatórios diários de avaliação.

37- Incentive uma estrutura do tipo auto-avaliação. Troca de idéias depois da aula pode ajudar. Utilize também os intervalos de aula.

38- Prepare-se para imprevistos. Estas crianças necessitam saber com antecedência o que vai acontecer, de modo que elas possam se preparar. Se elas, de repente, se encontram num imprevisto, isto pode evitar excitação e inquietos.

39- Elogios, firmeza, aprovação, encorajamento e suprimento de sentimentos positivos.

40- Com as crianças mais velhas, façam com que escrevam pequenas notas para eles mesmos, para lembrá-los das coisas. Essencialmente, eles anotam não apenas o que é dito a eles mais também o que eles pensam. Isto pode ajudá-los a ouvir melhor.

41- Escrever à mão às vezes é muito difícil para estas crianças. Desenvolva alternativas. Ensine como utilizar teclados. Faça ditados. Aplique testes orais.

42- Seja como um maestro: tenha a atenção da orquestra antes de começar. Você pode utilizar do silêncio ou bater o seu giz ou régua para fazer isto. Mantenha a turma atenta, apontando diferentes partes da sala como se precisasse da ajuda deles.

43- Sempre que possível, prepare para que cada aluno tenha um companheiro de estudo para cada tema, se possível com o número de telefone ( adaptado de Gary Smith ).

44- Explique e dê o tratamento normal a fim de evitar um estigma.

45- Reuna com os pais frequentemente. Evite o velho sistema dese reunir apenasb para resolver crises ou problemas.

46- Incentive a leitura em voz alta em casa. Ler em voz alta na sala de aula tanto quanto for possível. Faça a criança recontar histórias.
Ajude a criança a falar por tópicos.

47- Repetir, repetir, repetir.

48- Exercícios físicos. um dos melhores tratamentos para HIPERATIVIDADE, adultos ou crianças, é o exercício físico. Exercícios pesados, de preferência ginástica, ajuda a liberar o excesso de energia, ajuda a concentrar a atenção, estimula certos hormônios e neurônios que são benéficos. E ainda é divertido, porque deste modo a criança continuará fazendo para o resto da vida.

49- Com os mais velhos a preparação para a aula deve ser feita antes de entrar na sala. A melhor idéia é que a criança já saiba o que vai ser discutido em um certo dia e o material provavelmente será utilizado.

50- Esteja sempre atento às dicas do momento. Estas crianças são muito talentosas e artísticas do que parecem. Elas são cheias de criatividade, alegria, espontaneidade e bom humor. Elas tendem a ser resistentes, sempre agarradas ao passado. Elas tendem ser generosas de espírito, felizes de poder ajudar a alguém. Elas normalmente têm algo especial que engrandece qualquer coisa em que estão envolvidas. Lembre-se de que no meio do barulho existe uma sinfonia, uma sinfonia que precisa ser escrita.

1 de abr. de 2010

De olho no lanche das Crianças !


Antes de escolher o lanche adequado para a criança, leia o rótulo com atenção. Nas informações nutricionais você pode descobrir se o produto é saudável. Fique atento ao valor energético por porção, a quantidade de gorduras saturadas e trans, que são ruins para o organismo, e ao sódio que pode provocar hipertensão se consumido em excesso.
Uma boa escolha para a merendeira é a granola com iogurte, que tem uma boa aceitação pelos pequenos. Sanduíches naturais, com requeijão e queijo minas, também são uma boa pedida.
As frutas devem ser consumidas diariamente pois não contém conservantes.
Entre os sucos industrializados, a dica é optar pelos que são a base de polpa de fruta ou que pelo menos tenha soja em seus ingredientes.
Alguns vilões estão escondidos entre os ingredientes, como as gorduras trans, os corantes, o açúcar refinado e a margarina. É melhor substitur o açúcar reinado e a margarina. É melhor substituir o açúcar refinado pelo mascavo e a manteiga pela margarina.
Seguindo essas dicas você garante um lanche balanceado e saudável. Lembre-se de arrumar a merendeira junto da criança, sempre a estimulando a experimentar alimentos novos e diferentes. Em média o lanche escolar deve ter de 200 à 300 calorias.
Além dos cuidados com a alimentação, procure matricular seu filho em uma escola que ofereça ao seu filho atividades físicas. A prática de exercícios reduz a ansiedade da criança e combate a obesidade infantil.

31 de mar. de 2010

Acompanhando o aprendizado da criança em casa


Os pequenos aprendizes constroem uma verdadeira sopa de letras. Misturam tudo, escrevem palavras só com vogais outras só com consoantes, apaixonam-se por uma letra, e fazem questão de usá-la sempre. Também podem não admitir por exemplo, escrever BOI com 3 etras e FORMIGA com 7, pois um animal grande requer muitas letras, e a formiga, tão pequena, deve ser curtinha. As vezes, acham impossível uma palavra ter menos que três letras. "OI" no caderno de uma criança, pode surgir num rabisco enorme. "Brigadeiro" talvez fique melhor numa combinação mais reduzida como BIGADRO de Fabiana de 6 anos. E a ortografia vira uma festa: CASA vira KASA e GALINHA vira AHALINHA.
Acompanhar essas tentativas da criança "dá nervoso" confessa a mãe de Frederico, 6 anos. Você tem a impressão de que a criança não vai aprender nunca. A aflição a levou a cometer enganos, como ocorre com muitos pais ansiosos de ver os filhos a ler e escrever. Carla apagava os "erros" do filho cometidos como BOLXA (bolacha) e BORAXA (borracha).Não, Frederico, ela dizia, não é assim, e passava a borracha, soletrando para ele a grafia certa. Depois aprendeu com os professores que essa correção deve ser ponderada. Os pais tem de pensar no que representa esse esforço de aprendizado. No começo a criança está tão aflita tentando entender a escrita do adulto que quando consegue colocar algo no papel fica absolutamente feliz, afirma a Educadora Silvia Gasparian Collelo, professora da Universidade de Educação de São Paulo (USP). Aos pais ansiosos, a orientadora pedagógica Cristina Bonfam orienta: "Quando a criança errar, escreva em um papel à parte a palavra correta para que ela tente perceber onde errou. Soletrar não ajuda, porque é uma atividade mecânica e não faz pensar na palavra".

Crianças de todo o mundo

                         

Somos crianças,

Crianças do mundo.

Somos crianças, sim,

Somos crianças ou mexicanas,

Alemãs ou italianas,

Espanholas ou africanas,

Japonesas, portuguesas ou francesas,

Ou quem sabe ainda libanesas?

Crianças, sim

De diferentes lugares do mundo.

Mas isso,

Isso não importa.

O que importa pra valer é...

Viver num mundo sem barreiras,

Sem limites, e sem fronteiras...

Onde as diferenças existam apenas

Para COMPLETAR, UNIR e ENRIQUECER.

Pois, no mundo das diferenças,

Temos muito o que aprender!

30 de mar. de 2010

Além da escola, auxiliando os filhos no aprendizado....


Criar em casa um ambiente " letrado " como dizem os especialistas, é a melhor maneira de se tornar cúmplice de seu filho nesta jornada.
Não se trata de intelectualizar a família com sofisticações literárias. Na casa " letrada " a criança vê o pai ou a mãe lendo jornais ou revistas, consultando receitas culinárias, escrevendo recados ou cartas, contando histórias com frequência. " Conviver nesse ambiente facilita muito a alfabetização porque o filho percebe que a escrita e a leitura têm diferentes funções afirma a educadora Silvia. Ela conta que sua filha Vivian, 8 anos, se alfabetizou aos 5 anos brincando com um alfabeto de imã de geladeira. A menina se divertia, enquanto a mãe lavava a louça. Primeiro juntava as letras por cor. Depois fazia desenhos com elas. Até começar a perguntar qual era a letra do nome dela. " Quando percebemos ela já sabia escrever Vivian ", lembra a professora.
Marinice de Carvalho, uma ex professora, sempre se preocupou em ter em casa " ricas letras". Possui jogos com alfabetos de madeira. Lê histórias para as filhas e sempre as estimuloue obteve bons resultados com isso.

Na hora da atividade escolar que seu filho leva pra casa, lembre-se que a atividade é dele, somente fique por perto e interfira quando for solicitado por ele.

Acalme a criança.

Aprender a dominar a leitura e a escrita também deixa a própria criança tensa. " É um período confeituoso, por ser a última etapa para a conquista do mundo, adulto. O caminho é longo, e a criança às vezes se aborrece com as dificuldades e fica ma humorada", explica a psicóloga Glaura Fernandez. Os pais têm de ser pacientes para que o clima em casa não azede. Devem deixar o filho à vontade com suas descobertas. Isso significa evitar, principalmente, comparações com irmãos ou colegas. " Cada criança tem seu ritmo e deve ser respeitada tanto pela escola quanto pelos familiares".
Incentivos são bem vindos, como pedir para os filhos escrever bilhetinhos para a professora, para os pais, etc...E não se importe se o resultado é um emaranhado de rabiscos. Uma hora vai ficar legível como os bilhetes que a mamãe Valéria ganhou da filha Alice: " Mamae ti amo ".

Dislexia - Afinal o que é isso?




Continua mais um ano de vida escolar. Algumas crianças iniciam as atividades com aprendizagem normal, dão conta das tarefas de casa, prestam atenção nas aulas, conseguem memorizar as palavras, aumentar o vocabulário, e por aí vai.

Pois bem, e as crianças que não caminham na mesma direção, no mesmo ritmo, tentando, mas não estão conseguindo aprimorar o aprendizado? É  sobre este assunto que vamos conversar.

Espera-se que no Ensino Fundamental os alunos e as alunas estejam preparados pelo Ensino Infantil, que os direciona para a construção da identidade, para o desenvolvimento das aprendizagens essenciais, leitura e escrita, além do raciocínio. Essas três características básica se desenvolvem com experiência e prática contínua.

A dislexia vem sendo definida como grave desordem de leitura, cujas defici~encias podem ser encontradas na inabilidade para distinguir bem os fonemas, na dificuldade para compreender ou assegurar a compreensão do significado das palavras, incluindo as associações básicas entre elas. Algumas crianças fixam exageradamente a leitura das frases, o que vem comprometer o ritmo e a velocidade da leitura. Esta lentidão e desordem rítnica exigem medidas especiais para ajudar as crianças a concentrarem a atenção durante as tarefas, com educação apropriada, tratamento especial - terapia fonoaudiológica - disponibilidade de tempo e prática constante.

Como se processa a leitura?
Uma gama de teóricos, e de diferentes correntes, tenta explicar o processo de leitura. A minha prática vem dos teóricos desenvolvimentistas, que aplicam o desenvolvimento com a observação do que vem acontecendo com a criança que não consegue acompanhar naturalmente a aprendizagem escolar.
Aprofundam no conhecimento de fatos importantes desde o nascimento e obsevam os aspectos que determinam a aprendizagem da leitura.

Os pais, os professores e a própria criança são ouvidos constantemente durante o tempo necessário de registrar o perfil do aprendizado e traçar as metas terapêuticas.

Começamos por investigar o comportamento linguístico do bebê em sintonia com a família.
Fixação do olhar, com atenção e concentração adequadas e intenção para responder aos sons são exemplos significativos.

As atividades cognitivas e perceptivo linguísticas são os pilares que sustentam o processo da leitura. Práticas de exercícios que envolvem essas atividades podem entrar nas habilidades de entender, focalizar atenção, interpretar a língua falada. Memória auditiva, visual e ordenação de fatos e objetos contribuem para a sequenciação do texto. Desenvolvimento e expansão do vocabulário, síntese lógica, decodificação de palavras completam o processo de leitura.

A leitura, em sua última instância de desenvolvimento, deve ser completa com a automatização, o reconhecimento direto do sentido das palavras escritas e frases completas.

Mas um de vocês que me leem pode perguntar:
- Mas a escola não ensina esta prática toda? Sim, ensina e é preciso escolher aquelas que o fazem muito bem. Acontece que nem todas as crianças conseguem acompanhar de forma regular este aprendizado, daí a necessidade de atendimento fonoaudiológico para a recuperação da aprendizagem.

                         Cal Coimbra
                         é psicóloga e doutora em Fonoaudiologia.

3 de nov. de 2009

Fantoches é uma maneira divertida para o desenvolvimento da criança


Os fantoches ajudam as crianças a se desenvolverem, a aprenderem a conviver com as pessoas, a se comunicarem e se expressarem.

Esta é uma maneira divertida para trabalhar com as crianças, também pode ser abordado vários assuntos através desta atividade como assuntos do dia a dia, o preconceito, racismo, violência, entre outros.

Não precisa comprar os fantoches prontos, é mais interessante confeccioná-los junto com os alunos, pois além do custo ser mais baixo, você ajuda as crianças a explorarem sua criatividade.

2 de nov. de 2009

A oralidade deve ser bem trabalhada



A ORALIDADE é muito importante para a criança, através dela que a criança percebe que é atendida quando necessitam de algo.
Ao falarmos com o bebê devemos conversar corretamente, sem diminuir as palavras, como por exemplo, papa, mama.

Devemos ensiná-lo a se comunicar. Através da fala a criança se desenvolve e aprende a se relacionar com as outras pessoas. Aprende a ter AUTONOMIA, e isso é muito importante para ela, realizar as coisas sem a presença do adulto.

Quando os bebês ficarem apontando para alguma coisa, como por exemplo a água, não devemos atendê-lo, devemos fazer com que ele converse , se comunique, nem que ele fale somente a letra A, mas ele compreenderá que a voz simbolizou o que ele queria.











O Desenho, ajuda as crianças a se expressarem



O desenho é muto importante para o desenvolvimento da criança. Através deste, ela se expressa, representando, sua realidade no papel.

As cores também representam as emoções, angústias, sentimentos, alegrias, medo, trauma, felicidade, como por exemplo quando pintam de preto, ela deve estar com algum problema.

O professor da Educação Infantil e do Ensino Fundamental deve valorizar os desenhos feitos pelas crianças. Sempre que elas perguntarem se o desenho está bonito, devemos elogiá-las, e não ,mostrar-se insatisfeita com a produção delas, pois com isso elas ficam entusiasmada para realizar atividades futuras.

O professor deve também direcionar assuntos aos alunos, como por exemplo, a violência eles representam suas idéias sobre o tema, o que conhecem e entendem sobre este.

Antes de falar, as crianças se comunicam através do desenho e é único feito individualmente, ajuda a se relacionar com as pessoas.

A utilização de materiais diversificados


Existem muitos professores que utilizam materiais esteriotipados, aqueles desenhos mimeografados, onde as crianças só pintam, não há nada mais explorado nestes trabalhos.

Os educadores devem estimular as crianças, utilizar materiais diferenciados, como a massinha, quebra-cabeça, bloquinhos, recortes, colagem, dobraduras, entre outros. Com estes tipos de atividades, as crianças ficam empolgadas para realizar outras sucessivas.

Estes materiais também ajudam na coordenação motora da criança ajudando-as a escrever corretamente. Os trabalhos oferecidos às crianças devem ter objetivo e ser explorado, não somente para pintar e ficar sem comentar, sem ter alguma finalidade.

" CARTA DE UM BEBÊ " VALE À PENA ASSISTIR.

" Carta de um Bebê "......Repensem sobre suas opiniões referente ao ABORTO.

Valorizar o que as crianças já trazem de sua vida


O professor deve estabelecer objetivos para o Ensino através da bagagem que a criança já traz, a partir dos conhecimentos que ela já adquiriu até aquele momento, a partir daí oferecer desafios para ela.

Ela aprende quando o professor a desafia , precisa hipotetizar, é com os erros que aprende, e sempre renovar os conteúdos. O professor deve valorizar o que a criança já sabe, e assim aprimorar seus conhecimentos.

Ao entrar em uma sala de aula, o professor deve ter em mente o que vai passar aos alunos, mas primeiramente deve conhecê-los para então trabalhar, assim ele percebe as dificuldades que os alunos têm e em que grau de aprendizagem se encontram.

Concepção de Criança, o que elas precisam?



Criança é um ser humano que precisa de cuidados, de amor, carinho, e não um adulto em miniatura como muitas pessoas acreditam que ela seja.

Criança precisa brincar, agir, correr, produzir. Através da brincadeira que ela se desenvolve, por isso todas as crianças devem brincar na infância para que futuramente não tenha problemas, como por exemplo na coordenação motora.

Devemos escutá-las quando quiser falar, sempre que ea mostrar um desenho, devemos elogiá-la, pois os elogios faz ela ficar entusiasmada para atividades futuras.

Arte visual na Educação Infantil



Arte visual quer dizer arte que pode ser vista, ou seja, não é apenas os desenhos fetos pelos alunos, são também obras de arte, escultura, artesanato, pintura, gravura, fotografia, cinema, entre outros.

O professor tem como papel, mostrar todas as formas de arte visual. Oferecer releitura de obras de arte, e realizar esta atividade juntamente com os alunos, mostrando as diversas cores existentes na obra, não somente pedir aos alunos que desenhem o que estão vendo.

Levá-los ao museu é muito valioso, eles podem apreciar diversos tipos de pinturas, neste momento o professor pode aprofundar, falando sobre o artista.

O trabalho com artes visuais desperta o interesse das crianças por diversos espaços artísticos, o professor pode explorar materiais recicláveis, onde já vai conscientizando as crianças sobre o meio ambiente mostrando a importância de reciclar.

Materiais reutilizados também pode se fazer alguma atividade, como potinhos de danone, embalagem de pasta de dente, caixa de leite, de sabão em pó, rolo de papel toalha ou higiênico, restos de papel sulfite, garrafas de refrigerante, entre outros.

Com as embalagens de pasta de dente podemos fazer fantoches, é muito divertido.

O professor deve explorar todos os tipos de Arte Visual sempre explorando a criatividade das crianças.

O trabalho em grupo, uma maneira importante para relacionar com as pessoas



Os trabalhos em grupo são muito importante na Educação Infantil e  no Ensino Fundamental, ajuda a se relacionar com as pessoas.

Os professores devem oferecer atividades deste jeito, para que as crianças se comuniquem, também ajuda na convivência com os demais, e a discutir o que cada um quer. As crianças aprendem à aceitar as opiniões dos outros, e dar opiniões também.

Elas percebem que o outro existe, que não existe somente ela no mundo, pois quando nascem e durante  alguns anos ignoram a presença do outro.